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Chakra Puja - Técnica do Giro Tântrico




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POSIÇÕES SEXUAIS

INTENÇÃO E SAUDAÇÃO A DEUSA

 

No maithuna é a Shakti que na maioria das posições fica por cima ou na frente do Shiva. Essas são as posições onde podem de ter maior liberdade de movimento e Shiva terá maior dificuldade em ejacular pois é tirado de sua postura ancestral de "cobrir a fêmea", assim seu inconsciente aponta que o objetivo é não fecundar, prolongando assim o contato.

Nas escolas patriarcais o Shiva cobre a fêmea por trás como os animais ou fica o Shiva por cima “possuindo” a Shakti. No Tantra é a Shakti que possui o Shiva. Podemos ainda acrescentar que como a Shakti Shakti é reverenciada o Shiva olha para cima como se adorasse uma deusa. A Shakti é a divindade encarnado no corpo da Shakti, a Shakti é a manifestação na terra da própria existência.

 



Samapada Banda
A Shakti deitada levanta as pernas o mais alto que pode desde os quadris e suas pernas tocam o pescoço e / ou os ombros de Shiva.
Essa flexão é excelente para a coluna de Shakti e os músculos das costas. Atenção: Pratique com cautela e com a certeza de que a yoni pode acomodar o lingan. Shiva deve usar as mãos para acariciar a barriga, os seios e a yoni de sua parceira.



Nagara Bandha
O Shiva abre as pernas de Shakti apoiando-as em sua cintura. Abrindo as pernas poderá erotizar tendo a visão de seu ligan penetrando a yoni. Shakti poderá envolve-lo com suas pernas para maior intimidade.



Avidarita Asana
Shakti levanta suas pernas e apoia-as sobre o peito de Shiva, que se senta entre suas coxas. A sensibilidade das solas dos pés dela junto à pele e pêlos causa excitação, enquanto os dedos dos pés de Shakti podem brincar com seu peito.



Traivikrama Bandha
As pernas da Shakti são abertas como uma tesoura, uma perna deitada e a outra elevada até a cintura, ombros ou até o alto da cabeça de Shiva, enquanto ele penetra.



Smarachak Asana
Shakti se deita de costas e o Shiva em cima. Ambos abrem as pernas amplamente e os braços também para cima, o Shiva segura nas mãos de Shakti proporcionando um contato gostoso do corpo, bem como dos genitais. O peso do Shiva faz com que seu osso púbico massageie a região carnuda do Monte de Vênus.



Jrimbhita Asana
Shakti deita-se de costas e Shiva coloca uma almofada sob os seus quadris (dela). Shiva ajoelha-se entre suas pernas para conseguir penetrá-la como o céu envolve a terra.



Sphutma Bandha
Shiva penetra Shakti, que está deitada de costas, levantando suas pernas e segurando as coxas bem próximas dele. Shakti pode apertar e contrair sua yoni como se sugando o lingam (mula bandha).



Puhapaka Asana
Shiva está deitado em cima Shakti olhando um para o outro, com suas pernas e braços juntos como se estivessem entranhados.
Para que Shiva faça a penetração, Shakti abre as pernas, curva os joelhos, mostrando totalmente sua yoni para esse puja, como a deusa que é, e então Shakti pode abaixar as pernas. Esta posição oferece contato estimulante da raiz do lingam com a yoni. Shakti aqui comporta todo o peso de Shiva, por isso essa posição não é ideal para todos os casais.



A próxima categoria de posições tântricas e hindus favoritas é o Tiryak, ou posições de lado que são relaxantes para ambas as partes.

Karkata Bandha
Os dois deitam-se de lado com Shiva entre as coxas de Shakti; enquanto as pernas dela entrelaçam o corpo dele, tornando mais fácil o movimento. Shakti pode ajustar a posição de forma que o clitóris fique em contato direto com a pele quando se movimentam.



Lata Asana
Podem deitar-se de lado ou ficar em pé. Shakti respira forte misturando sua respiração com a de Shiva. Ela ergue as pernas até o ombro dele, isto permite maior penetração e excitação. Os dedos acariciam os cabelos, braços e pernas.



Postura sentados
As posições sentadas contribuem para a meditação e visualização. Eles querem permanecer tranqüilos, mas alerta a qualquer nuança de participação e prazer. Não é necessário estar totalmente sentado o tempo todo. podem ser praticadas mais longuidamente recostando-se em uma almofada.

Rati Asana
Shiva senta-se com as pernas abertas. Shakti cobre todo seu sexo com seu corpo. Eles se entreolham profundamente suas bocas unem-se, suas línguas misturam-se.



Chanchala Asana
Shiva senta-se com os pés no chão. Shakti, de costas para ele, senta-se em seu lingam com suas pernas encaixadas nas pernas dele. As mãos de Shiva estão livres para tocar-Ihe os seios e o clitóris.



Vaidhurit Asana
O casal sentado entrelaça as pernas para acrescentar a sensação de unidade. É sem duvida uma das melhores posições para a prática de Maithuna.



Sanyaman Asana
Shakti coloca as pernas no alto da cintura de Shiva, enquanto ele segura o pescoço dela em suas mãos. Em cada mudança de ângulo das pernas de Shakti, variam as sensações.



Ekadhari Asana
Para iniciar esta posição, Shiva senta-se na cama, recostando-se confortavelmente, com suas pernas abertas. Shakti de costas para ele, agacha-se, com as pernas abertas e delicadamente acomoda-se sobre o lingam. Os parceiros se mexem à vontade. A mão de Shiva fica livre para estimular os mamilos e o clitóris de Shakti.



Posturas em pé
As artes Indiana, Nepalesa e Tibetana, incluindo esculturas em pedra. bronze douradas e pinturas, mostram muitas variações de relações sexuais em pé.

Hari Vikrama Bandha
Shakti está em pé olhando para Shiva, uma perna dela no chão, a outra erguida e apoiada sobre alto da coxa de Shiva. A barriga e os seios colados nele e a cabeça meio para trás.
Se Shiva for mais alto do que a Shakti, ela deve subir num degrau.



Yoni Asana
Shiva está em pé com as pernas afastadas, segurando Shakti pelos pés ou nádegas e ela entrelaça as pernas em sua cintura. Ele pode encostar em uma parede, ou deitar sua parceira na cama para concluir a posição. As divindades nessa posição são pintadas em bandeiras para decorar paredes de templos do Nepal e no Tibet, desfrutando da alegria do êxtase.



Bandara Asana
Shakti ajoelha-se e coloca as mãos no chão, enquanto o Shiva está em pé sobre e atrás dela. Ele abre as duas luas das nádegas e penetra-a, com delicadeza. As mãos dele estão livres para massagear os mamilos ou estimular o clitóris.



Gajasawa Asana
Shakti deita na cama de bruços, com uma almofada sob a região da bacia, e as pernas abertas. Shiva deita-se sobre ela, flexionando suas costas para cima, apoiando-se sobre os braços e com seus quadris para baixo, assim ele sente a maciez das nádegas que ela impulsiona. Como essas posições "por trás" não permitem que o lingam toque o clitóris, elas são melhores praticadas quando para terminar um maithuna, a partir de um momento em que a Shakti já esteja bem excitada e facilmente orgástica. Shiva ou Shakti podem também estimular o clitóris com as mãos.



Purushavita bandha
Richard Burton diz que "esta posição é considerada um grande horror por algumas escolas radicais muçulmanas, que dizem, “maldito seja aquele que se fez a terra e a Shakti o céu”. O reverso era uma realidade dos tantricos, que mostram isso em pinturas mais do que qualquer outra posição.
Esta posição é a favorita da deusa Kali de copular com Shiva, segundo os mitos hindus.
É particularmente minha posição predileta ao fazer amor.



Viparata Asana
Shakti deita-se sobre Shiva também deitado de costas. Ela aperta suas pernas juntas e movimenta-se para frente e para trás, devagar no início, para erotizar a ambos, e depois mais rápido. Shiva desenvolve movimentos circulares com os quadris, causando mais prazer.




Posições tantricas clássicas

Essas técnicas foram as mais ensinadas por mestres tantricos, são as consideradas clássicas, pois fornecem movimentos relaxantes, controle orgástico por não serem altamente eróticas e nem conter movimentos de vaivém e tem um forte impulso de veneração de Shakti.

“Qualquer união sexual é sagrada, seja ela humana ou animal. Ela reproduz o ato criador supremo, a união dos princípios cósmicos Shakti – Shiva, causa do universo manifesto”.

A. Van Lysebeth


1- Purushâvita
Shakti acima de Shiva controla nessa posição todos os movimentos. Apesar de Shiva poder se movimentar, ele o evita e a adora como manifestação do feminino.
Shiva ou Shakti podem estimular o clitóris e os seios ou ainda trocar massagem na barriga, peito e rosto.



Sukhásana
Shiva sentado em chão macio recebe Shakti com as pernas cruzadas ou com as plantas dos pés se encostando. Ambos parceiros fazem toques amorosos e sensuais nas costas.



Upavishta-variação
Shiva senta-se em chão macio unindo as plantas dos pés uma e outra próximas ao períneo (sede de kundalini) e acolhe em seu colo Shakti.



Tiryakâsana
Shiva deita de lado, e Shakti com a barriga para cima. Enrosque as penas, deixando uma perna de Shakti sobre o quadril de Shiva. O corpo dela fica perpendicular ao dele. As mãos acariciam, e não é necessário muito movimento.


Janujugmâsana
Conhecida como postura em X e altamente recomendada, pois permite controle orgástico e dos movimentos de Shakti. Essa posição é tão antiga que o yoguin belga André Van Lysebeth ensina:

“Essa posição de maithuna bem mostra quanto o tantrismo tem profundas raízes na pré-histórica indiana, e é comovente evocar os casais de outras eras ao praticá-la hoje em dia”.



Não pense que porque mencionei um número limitado de posições sexuais, há algum limite para os Tantricos.
Tenha em mente que o Tantra é liberação. O Tantra dá a você permissão (liberdade) para pensar, sentir e ser erótico(a), bem como para desenvolver suas próprias variações, rituais. Tente criar e dar nome aos seus próprios Asanas.

Shaktis na visão tantrica
Essa classificação é correspondente aos 4 elementos da natureza (não se refere a elementos astrológicos).

Prithiví Shakti - Shakti temperamento Terra
É a parceira mais ligada aos valores e pré-ocupações materiais e familiares, portanto muito pouco dos seus desejos são de natureza sexuais. A priori, são pessoas reprimidas que buscam somente a suposta “segurança” dos envolvimentos mas o prazer não é valorizado. O ato sexual com essa parceira requer muita paciência e uma dose imaginação, pois ela é cheia de “pudores”, medos, muitas vezes timidez e uma dificuldade, não impossibilidade de alcançar-se o orgasmo, a não ser com estimulação oral.
Normalmente é uma parceira ciumenta ou que não se cuida, não se faz sedutora. Nas posições sexuais prefere ser dominada e ficar por baixo.

Apas Shakti - Shakti temperamento água
Muito sensível e receptiva, pode ser uma amante agradável ou se perder nas próprias águas (sentimentos) e ser uma pessoa pessimista e depressiva. teme intimidade física e tem valores moralistas, além de possível timidez. dificilmente tomas as iniciativas e não há dinamismo em seus movimentos sexuais.

Agni Shakti - Shakti temperamento Fogo
É a companheira ideal para quem quer muita ação e iniciativa. Seu corpo literalmente dança, é solto, flui e é flexível, ela se cuida, é perfumada, sensual, atraente e não tem possessividade alguma. É capaz de tudo e mais um pouco. Desinibida, cheia de energia, toca cada parte do parceiro com adoração e carinho. Sua disposição contagia.
A maioria de minhas parceiras para o Maithuna foram escolhidas pela energia fogo. Desperta o desejo até de um zumbi. Estão quase sempre de bem com a vida e descomplicam tudo. Nos atos sexuais escolhem as posições e normalmente escolhe as que ficam por cima. Dentro do Tantra é a parceira ideal.

Vayu Shakti - Shakti temperamento Ar
É a Shakti que tem a sexualidade no corpo e na mente. Muito romântica e cativante só não tem tanta energia como a Shakti Fogo. É muito brincalhona e sempre uma criança.
Harmoniosa ao se vestir e seduzir. Precisa de um certo estímulo e é relativamente controladora. No ato sexual precisa conversar, trocar experiências sobre as posições sexuais se molda aos interesses do parceiro.

Omar Garinson em seu conhecido livro “A Ioga do Sexo” nos oferece possibilidades de maithuna. Cito aqui os 6 fundamentos:

1º nível – Smarnanam: é a visualização ou imaginação de um ato sexual
2º nível – Keli: manter-se na companhia do sexo oposto, ou da parceria amorosa, observando atitudes, gostos e maneiras do outro.
3º nível – Guhyabhashanam: é a palavra gentil e amorosa. Conversar sobre amor e sexo.
Durante o maithuna poderá se permanecer em silêncio ou não. No dia a dia declarar amor é parte importante do tantra, lembre-se que “Os iluminados ensinam que Deus é amor, portanto falar de amor é falar de Deus”
4º nível – Samkalpa – Grande desejo de manter relação, tocar, beijar, acariciar
5º nível – Prekshenam: massagem, carícia ou namoro
O iniciado em Tantra sempre perguntará a sua parceira como e onde ela gosta de ser tocada.
6º nível – Kriyanishpatti: ato sexual completo – maithuna

· ABSORÇÃO MÚTUA
Os tântras e textos ancestrais do hatha Yoga nos ensinam a mística de "absorver o equivalente do seu parceiro" em todas as uniões que envolverem emissões de sucos vitais. É a absorção consciente das secreções femininas ou masculinas já alquimizadas. Essa técnica é ensinada em seminários de Maithuna devido a seu aspecto iniciático secreto e a necessidade de muito treino para por exemplo com o lingam absorver o sêmen já transmutado da yoni feminina.

· MENSTRUAÇÃO
Como escola desrepressora o Tantra ensina que fica ao critério dos parceiros em ter ou não relações sexuais no período menstrual. Conversem bem sobre isso. Uma maneira interessante de namorar para quem tem nojo é amarem-se dentro de uma banheira de espumas.
Na menstruação a Shakti personifica Kali a deusa das mudanças de ciclos.
O adepto tântrico deve olhar uma Shakti menstruada com reverência e admiração. Ela é a personificação viva de Kali, o poder da transcendência; seu sangue menstrual (Khapushpa) é a essência florida de toda a feminilidade, o próprio sangue da vida. Possuidor de qualidades sobrenaturais, é uma potente força rejuvenescedora e transformadora, purificando todos os venenos através de seu fogo alquímico. Realizando ritos sexuais com uma Shakti menstruada o Adepto pode mais rapidamente avançar em seu caminho para a Libertação.
(Kaula Tantra)

A menstruação acontece por apenas alguns dias, e Deus desejou que ela fosse usada para purificar e limpar totalmente o útero. Quando ela termina, a Shakti está melhor do que antes.
(Shaykh Nafzawi)

· A RETENÇÃO - URDHAVARRETAS
A retenção orgastica (energia nervosa do orgasmo masculino, e em alguns casos, feminino) constitui a prática maior dentro do Maithuna.
Em várias escolas tantricas, podemos observar tendências diferentes em relação a ter o orgasmo ou não. A linhagem kaula que muito aponto nesse livro, segue um tendência na questão orgástica de madhyamika – caminho do meio – assim aceita tanto a prática com ou sem orgasmo, ou seja alguns dias ou semanas tenha o orgasmo final, outros não.
De toda forma para os praticantes iniciantes é fundamental a retenção orgástica por um período, o que aumentará o prazer final de forma abismal. Esse é um dos segredos tantricos: Aumento da energia sexual na fricção dos genitais por um longo período de contato sexual sem orgasmo. Alguns tratados ensinam que o ideal é o acúmulo da energia orgástica, orgone ou kundalini, e não o controle seminal. Algumas escolas ensinam o contrário, que o tântrico deve reter a ejaculação de toda forma. Afirmam que o sêmen é força vital pura e deve ser mantida. O objetivo do coitus reservatus e fazer o sêmen se transformar em ojas uma energia que ativaria os chakras superiores (ûrdhva-reta, o sêmen em elevação).
Apesar de opiniões diferentes cabe a você leitor praticar e chegar a uma conclusão.
Ensina Datatreya, meu iniciador primeiro no Tantra que:
“O Shiva (comum) busca somente o relaxamento do gozo sexual, o orgasmo depois de 10 minutos que é ejaculação precoce para o praticante tantrico.... Pratique sem medo, traumas e de forma lenta e meditativa... Não tenha pressa...E o maithuna transforma os praticantes em divindades vivas.”
A retenção permite a consciência corporal, aquietamento da mente estimulo do hemisfério direito celebral, aumento de energia e consequentemente saúde. Haverá um aumento da libido e da produção de hormônios e endorfinas que reduzem o aparecimento de doenças, dores, desanimo, stress, depressão, medo e outros disturbios, a sustentação do prazer por longo tempo.
Toda a prática tantrica que inclue-se a retenção, deve ser realizada aos poucos, Vá gradualmente aumentado o tempo de retenção.
Observe que isso não é difícil. É bom mudar alguns paradigmas:

Um universo de pessoas me falam que é impossível se iluminar e dificílimo reter orgasmo.

MENTIRA
- Praticar retenção é muito mais fácil do que parece se iluminar mais ainda. Aliás todos já são em Purusha – essência iluminada. O maithuna te mostra isso. Te dá a aceitação do quem você é.

Não se deve lançar esta “cânfora” (sêmen) casualmente. É nesta substância que os ioguines têm a sua origem. Sua natureza é a do Supremo Prazer. É indestrutível e saboroso, tão difuso quanto o céu.

Hevajra Tantra

Dicas para a Retenção durante o ato sexual
- Faça amor mesmo quando não houver muita exitação inicial.
- Não se deixe excitar demais durante o Maithuna. Relaxe.
- Respire profundamente com retenção longa de ar nos pulmões.
- Regule o ritmo de seus movimentos.
- Retiradas parciais do lingan.
- Toque profundo na região entre o ânus e o escroto.
- Contração demorada do ânus com retenção de ar.
- Visualizar os chakras girando no, sentido horário (como se estivessem colados em seu corpo e girando destronenamente).
Praticar retenção durante 30 minutos no 1º dia, 1 hora no 2º, 2 horas no 3º dia e ir aumentando gradativamente, evitando assim, sensibilidade exagerada na yoni feminina e dores nos testículos de Shiva.

Técnicas Tradicionais de Retenção

1 – Mula Bandha
Contração dos esfíncteres do ânus e da uretra por longos períodos de tempo (contrai todo o assoalho pélvico – essa técnica se assemelha ao pompoarismo que é uma parte absolutamente mínima do amálgama tantrico e virou moda entre leigos e curiosos ocidentais). Os iniciados podem fazer a contração de acordo com os batimentos cardíacos.
2- Jiva Bandha
Consiste em colocar a ponta da língua próximo ao palato mole e a garganta e empurra-lo para cima.
3 – Trataka
Olhar (de pálpebras fechadas) o Ajna chakra, 3º olho, no centro da testa ou fixar o olhar aberto num ponto fixo.
4 – Jalandhara Bandha
Encostar o queixo relaxado contra o peito.

O Vigyan Bhairav Tantra é uma escola que ensina 64 técnicas meditativas adiantadas que podem ser realizadas tanto na prática do maithuna quanto em meditações solitárias. Segue as que mais pratiquei:

1. Observe o intervalo ou o ponto de mudança entre duas respirações.
2. Coloque sua atenção no momento da fusão das respirações.
3. Não tome os pensamentos como pessoais.
4. Olhe amorosamente para o que quer que seja.
5. Observe com toda atenção qualquer sensação de seu corpo seja dor, prazer, calor frio, etc.
6. Olhe para o seu passado ou futuro sem identificar-se com eles.
7. Olhe para todas as mudanças de humor.
8. Fique como morto, absolutamente imóvel.
9. Torne-se a própria carícia em si ou no seu amado.
10. Sugue uma parte da sua parceira e torne-se o sugar.
11. Sente-se ou deite-se sentindo-se sem corpo.
12. Observe com plena atenção sua coluna vertebral.
13. Coloque sua atenção no Ajna Chakra.
Osho nos deixou 4 volumes interpretando o Vigyan Bhairav – os livros chamam-se “O Livro dos Segredos” da ed. Imago e eu os recomendo.

"Ele deve reter a respiração e contrair o baixo-ventre..., deve pressionar a calcanhar contra a base (o escroto e a língua contra o céu da boca ). Concentrando seus pensamentos oscilantes e controlando a respiração, evitará que o sêmen seja liberado. Assim que deve se praticar o Yoga da liberação."
Chandamaharosana Tantra

"No momento em que o Shiva está para ejacular deve levantar a cabeça e prender a respiração. com um olhar zangado e revirado o olho da esquerda para a direita, deve contrair o estômago, fazendo o sêmen retornar e penetrar lhe as veias. Esta prática excelente tem o efeito de melhorar a visão e fortalecer o espírito."
Yu-Fang-Pi-Chuh

 

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